VADE RETRO!

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Como dizíamos em tempos de antanho, as forças vivas da nacionalidade devem se mobilizar em defesa da Amazônia contra as potências estrangeiras que, nos últimos dez anos, através de declarações de importantes personalidades desses países, sugerem a internacionalização daquela região que cobre quase 60% do território brasileiro. Que forças vivas seriam estas? Genericamente, os três Poderes da República: Executivo, Legislativo e Judiciário.

Como dizíamos em tempos de antanho, as forças vivas da nacionalidade devem se mobilizar em defesa da Amazônia contra as potências estrangeiras que, nos últimos dez anos, através de declarações de importantes personalidades desses países, sugerem a internacionalização daquela região que cobre quase 60% do território brasileiro. Que forças vivas seriam estas? Genericamente, os três Poderes da República: Executivo, Legislativo e Judiciário. Especificamente, a sociedade civil organizada, as Forças Armadas etc. É indiscutível que uma nação só garante a inviolabilidade de seu território se dispuser de força militar suficiente para repelir invasores, aí incluídos grileiros, garimpeiros e outros predadores da floresta. No particular, os índios, que jamais foram ameaça à incolumidade da Amazônia, seriam excelentes colaboradores. Repetiremos à exaustão: a Amazônia é nossa.

A propósito, o jurista Walter Ceneviva, ao analisar a questão da Amazônia em relação à soberania nacional, consigna que: “Quando se fala em soberania, se está dizendo que um país sem controle integral de sua área física, submetida a suas leis, não é livre de gerir seus próprios interesses. (...) Nenhum brasileiro consciente de sua cidadania cogitará de sacrificar qualquer parte do território deste país em favor da internacionalização”. Ceneviva, avaliando que a saúde da população mundial ficaria muito mais preservada se as milhares de patentes que encarecem remédios e equipamentos hospitalares fossem liberadas, assim como, aperfeiçoada a produção agrícola, fossem afastados os preços mais caros impostos pelo Primeiro Mundo seria afastada a fome das nações pobres. Conclui o jurista: “As nações mais ricas não querem saber de barateamento, tanto quanto o Brasil deve recusar a intromissão delas na preservação da Amazônia que é nossa. ‘Vade retro!’” (FSP 7/6/2008).

* Lúcio Flávio V. Lima é Conselheiro Deliberativo da AFABB-DF
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