Brasil se junta a Cuba para produzir vacinas para ajudar países africanos

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Dois países que unem esforços e conhecimento científico para responder a um pedido emergencial da Organização Mundial de Saúde (OMS). A missão envolve ajudar nações do outro do lado do Atlântico que sofrem com o surto de uma doença potencialmente fatal e altamente contagiosa. Além do modelo de cooperação pouco usual, a iniciativa surpreende por não ter como atores principais nações desenvolvidas nem empresas multinacionais. A bem-sucedida parceria que permitiu a produção e distribuição de vacinas no chamado Cinturão da Meningite, na África, foi realizada por Brasil e Cuba e é um dos destaques da revista Science desta semana. Apesar de a meningite ter ocorrências em todo o mundo, a maior parte dos casos é registrada na África, especialmente na época de seca, de dezembro a junho. Foi nesse período, em 2006 e 2007, que pelo menos 14 alertas de surtos em cinco países - Burkina Faso, Chade, Sudão, Uganda e República Democrática do Congo - elevou a preocupação quanto ao controle da doença. O cenário já dramático foi piorado com a escassez de vacinas disponíveis.

Dois países que unem esforços e conhecimento científico para responder a um pedido emergencial da Organização Mundial de Saúde (OMS). A missão envolve ajudar nações do outro do lado do Atlântico que sofrem com o surto de uma doença potencialmente fatal e altamente contagiosa. Além do modelo de cooperação pouco usual, a iniciativa surpreende por não ter como atores principais nações desenvolvidas nem empresas multinacionais. A bem-sucedida parceria que permitiu a produção e distribuição de vacinas no chamado Cinturão da Meningite, na África, foi realizada por Brasil e Cuba e é um dos destaques da revista Science desta semana.

Apesar de a meningite ter ocorrências em todo o mundo, a maior parte dos casos é registrada na África, especialmente na época de seca, de dezembro a junho. Foi nesse período, em 2006 e 2007, que pelo menos 14 alertas de surtos em cinco países — Burkina Faso, Chade, Sudão, Uganda e República Democrática do Congo — elevou a preocupação quanto ao controle da doença. O cenário já dramático foi piorado com a escassez de vacinas disponíveis.

FONTE: Correio Braziliense

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