Serviços ganham espaço em bancos de investimentos

Com as regras de capital mais rígidas, a aversão ao risco elevada e os anos de fartura para trás, os grandes bancos de investimento têm apostado em outras fontes de receita, que não as tradicionais operações no mercado de capitais. Nesse contexto, uma área que vem ganhando relevância é a de serviços transacionais, ou produtos corporativos, responsável por oferecer, entre outros, gestão de caixa, financiamento ao comércio exterior, processamento de transações em diversos países e serviços de custódia.

Verão e férias exigem cuidados com pele e com hidratação

épocas do ano demandam atenção redobrada com a saúde - o que inclui cautela não só com a exposição solar, mas também com hidratação e alimentação. Se você vai viajar ou fazer um passeio sob o sol, o uso de filtro solar se torna indispensável. Ele evita danos à pele como manchas, pano branco, queimaduras e brotoejas, além de doenças como o câncer. O dermatologista do Hospital Conceição (RS), Paulo Andrade, dá orientações de como evitar dor de cabeça. 

611 mil famílias do Distrito Federal estão com dívidas acumuladas

Não há receita mágica para sair do endividamento. Especialistas são unânimes em dizer que a primeira medida a ser tomada por quem quer colocar a vida financeira em dia é desembolsar menos. Na teoria, é simples: colocar as despesas na ponta do lápis, saber o limite para gastar, ter cuidado com o parcelamento de compras, livrar-se do supérfluo. Na prática, a realidade dói. “A gente acaba se descontrolando. O banco manda um, dois, três cartões com o limite alto e a gente nunca consegue pagar”, diz o militar Willyan Milton da Silva, 26 anos.

Willyan não é economista, mas tem experiência para falar sobre dívidas. Ele passou quatro anos com o nome sujo por causa de exageros cometidos com o cartão de crédito. Certa vez, em 2009, ele recebeu duas faturas no fim do mês que somavam quase R$ 5,5 mil, valor bem superior ao do salário de R$ 2,3 mil. Willyan pagou o valor mínimo do cartão durante quatro meses e o resultado foi uma dívida acumulada que, com juros, chegou a R$ 14 mil. “Daí, peguei empréstimo no banco para quitar o débito no cartão, mas também não consegui pagar”, conta.

O militar acabou inscrito no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e ficou quatro anos com restrição na praça. “Não tinha conta no banco nem cartão de crédito. Só podia comprar alguma coisa em dinheiro”, lembra. Nos últimos dois anos, ele elegeu o pagamento do débito como prioridade de vida. Sacrificou o 13º salário duas vezes e juntava toda quantia que sobrava do salário para quitar a dívida. Depois de muito sacrifício, Willyan vai começar 2014 sem nenhuma prestação em atraso, com o nome limpo e a dignidade retomada, um sonho de milhares de brasilienses. “Eu me sinto aliviado. Vou deixar todos os meus cartões bloqueados, só quero um para abastecer”, diz.

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