Com atraso, INSS libera consulta

a consulta ao novo valor da aposentadoria. O beneficiário que quiser saber para quanto subiu sua grana recebida do governo deve acessar o site da Previdência - veja o passo a passo no quadro abaixo.

A consulta seria liberada no último dia 15, mas a alteração no índice de reajuste, que passou de 6,15% para 6,20%, forçou o INSS a reprocessar toda a folha de pagamento dos segurados, que estava pronta. O INSS informou ao R7 que a consulta estará disponível a partir das 0h de hoje.

 A partir desta sexta-feira (25), os aposentados que recebem um salário mínimo (R$ 678) terão o novo valor na conta. Aqueles que recebem mais de um mínimo como benefício verão a grana na conta a partir de 1º de fevereiro.

 O ajuste da aposentadoria do INSS dos beneficiários que recebem mais de um mínimo acompanha o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), anunciado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), na última quinta-feira (10). Pela correção do ajuste inflacionário, o novo teto é de R$ 4.159.

Com os novos valores, o desembolso dos cofres públicos aos 9,2 milhões de benefícios acima do piso previdenciário será de R$ 9,2 bilhões.

Já o novo salário mínimo atinge 20 milhões de aposentados, o que soma R$ 10,7 bilhões pagos pelo INSS em 2013. Ao todo, portanto, são mais de R$ 19,9 bilhões para mais de 29 milhões de aposentados. Veja a seguir como consultar o novo valor de sua aposentadoria, disponível a partir de amanhã.

Portadores de doenças graves são isentos de IR

aos portadores de moléstia grave que recebem rendimentos relativos à aposentadoria, pensão ou reforma, mesmo após a concessão do benefício, independentemente de sua espécie (tempo de contribuição, invalidez, idade,...), incluindo ainda a complementação recebida de Entidade Privada de Previdência Complementar.

BB implantará, sem negociação, novo plano de cargos na próxima segunda 28

As informações foram divulgadas durante reunião realizada com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), as federações e os sindicatos, incluindo o de Brasília. O plano trará em seu bojo cerca de 20 mil novas comissões de 6 horas que serão disponibilizadas para trabalhadores que hoje exercem funções de 8 horas e que terão a opção de migração.

A direção do BB afirmou que nenhum funcionário será obrigado a migrar e que os eventuais passivos serão tratados com o funcionário através de Comissão de Conciliação Voluntária (CCV). A empresa não apresentou quais os cargos que serão enquadrados como 6 horas e não aceitou negociar sobre o tema.

Para as comissões que a direção do BB entende que a jornada tem que ser de 8 horas, o banco anunciou que irá extinguir a atual função e criará outra similar também 8 horas sem perda remuneratória, e dará prazo de 6 dias para o funcionário concordar ou não em assumir o cargo de 8 horas que ele estará sendo enquadrado.

O Sindicato dos Bancários de Brasília reforçou que o BB deve cumprir a jornada de 6 horas para todos os bancários, e que existem vitórias judiciais reconhecendo esse direito para bancários a partir da Responsabilidade Organizacional 4 (assessor master).

O Sindicato fará análise jurídica do plano da empresa quando ele for apresentado e implantado na segunda (28). Assim, nenhum funcionário deve tomar qualquer decisão antes dos esclarecimentos jurídicos.

Indagado pelo movimento sindical sobre as condições de trabalho depois da implementação, o BB afirmou que não irá alterar as dotações porque criará medidas para garantir a ‘eficiência operacional’.

Presente na reunião, o secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato, Rafael Zanon, criticou a postura do banco de não negociar e nem apresentar o plano de forma detalhada. Zanon afirmou que o movimento sindical continuará com sua estratégia de luta, que vem se mostrando exitosa na Justiça, e com suas ações e atos políticos em todas as unidades da instituição financeira.

“A quebra da intransigência por parte do BB em reconhecer  a ilegalidade na jornada foi fruto de nossa batalha. Estamos mobilizados para segunda 28, e entendemos que a luta pelo respeito da jornada de 6 horas deve continuar para solucionar problemas do novo plano e incluir eventuais cargos que o banco não reconheça”, destacou Zanon, que também é integrante da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. 

Outros assuntos da reunião: atendentes CABB, Plano de incentivo à Aposentadoria e nova norma sobre processos disciplinares

A Comissão de Empresa dos Funcionários do BB solicitou a correção na folha de pagamento da verba referente à comissão de atendente (ABF – adicional básico de função) de Central de Atendimento Banco do Brasil (CABB). O BB ficou de averiguar o problema.

A Comissão indagou ainda a existência ou não de um plano de aposentadoria antecipada a ser lançado. Carlos Neri não quis falar sobre o tema.

Os representantes dos trabalhadores também solicitaram reunião específica para tratar da nova norma sobre processos disciplinares que tem pontos inconstitucionais e polêmicos. O BB sugeriu apresentar a nova norma ao movimento sindical e aceitou discutir as partes criticadas.

“Diante da falta de dados detalhados, buscaremos mais informações para que nenhum trabalhador seja prejudicado. Assim, poderemos dar orientações mais precisas e cobrar do banco responsabilidade na implantação do novo plano para aqueles que realmente fazem os resultados do Banco do Brasil”, afirmou o diretor do Sindicato Eduardo Araújo, que também é bancário do BB.

MERCADO QUER APOSENTADO E EXCLUI JOVEM

Para os mais novos, porém, o emprego não está fácil. Mesmo com 1,2 mil vagas disponíveis no DF na construção civil, no turismo e em outros segmentos, 42,5% das pessoas entre 16 e 24 anos não conseguem emprego.

Comprovante para IR tem novidades

Com a proposta de reduzir gastos com impressão, postagem e impactos ambientais, e aumentar a segurança da informação, a PREVI oferece desde 2009 aos participantes a opção de não receber pelo correio os demonstrativos para IR. Desde então, a adesão foi expressiva e no último ano 40.934 comprovantes deixaram de ser impressos.

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