
Entidades defendem modelo hÃbrido de financiamento e reforçam necessidade de solução para o pós-laboral dos funcionários admitidos após 2018 e os egressos de bancos incorporados
Representantes dos associados e do banco voltaram a se reunir na quarta-feira, 3/6, para discutir o custeio da CASSI. O encontro deu continuidade aos debates em busca de alternativas para a construção de modelo de financiamento que possa garantir a sustentabilidade da Caixa de Assistência.
O banco propôs aprofundar o debate técnico sobre cenários elaborados a partir de uma proposta de modelo hÃbrido de custeio, sob o argumento de que existiriam divergências em relação ao formato apresentado.
As entidades receberam a posição com surpresa, porque a expectativa era obter retorno sobre as crÃticas e os apontamentos feitos na reunião anterior, uma vez que há consenso quanto à formatação de alternativa que não esteja atrelada exclusivamente à remuneração dos associados.
Também reiteraram a necessidade de aprofundar estudos e simulações no sentido de avaliar os impactos de cada proposta para os associados e construir modelo de custeio sustentável.
Outro ponto em destaque é garantir solução permanente para os funcionários oriundos de bancos incorporados, assegurando-lhes acesso ao Plano de Associados, além do custeio da assistência à saúde no pós-laboral dos funcionários admitidos após 2018.
Nova rodada de negociações será na próxima terça-feira, 9/6.
A construção de uma saÃda duradoura para a Cassi, afirmam as entidades, passa pelo diálogo e compromisso do banco com a saúde dos funcionários ativos e aposentados.
Com informações da Contraf-CUT
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